sábado, 12 de setembro de 2009

Tesão: Prazer em tudo que se faz

Toda atividade deve ser realizada com carinho, vontade, desejo, dedicação, responsabilidade, organização, planejamento, amor, humor e muito tesão. Só assim seus projetos serão realizados com prazer, êxito e sucesso. Parece difícil, mas é preciso.
Tudo que tentarmos realizar com raiva, ódio e mau humor, não dará certo. Tudo que tentarmos executar sem vontade dará errado. O resultado será o fracasso, a insatisfação e a frustração.
Portanto, se não está disposto a realizar determinada atividade com vontade, não faça. Se fizer um trabalho contra sua vontade, reclamando e xingando, não ficará bom, então, é melhor parar e recomeçar quando estiver disposto e bem-humorado. Ou deixar que alguém faça, mas o mérito não será seu. Depois não reclame, pois o mau humor aumenta e põe você de cama.
Um motorista que dirige seu carro, ou o veículo da empresa onde trabalha, consegue quebrar o automóvel se descarregar energia negativa num momento de raiva. Na hora da fúria o motorista transforma inconscientemente toda energia em força física. Quando dirige com ódio é menos cuidadoso e danifica o veículo. Tudo que toca, inutiliza. Prejuízo para a empresa ou para o próprio bolso. O mesmo vale para qualquer profissão em qualquer setor da sociedade.


(Volpone de Souza, Professores da Alegria,
Berto Editora, 2007)


Mau humor: uma doença contagiosa

Um chefe de família - homem ou mulher - que vive mal-humorado contagia os membros da família que passam a “viver” irritados e azedos.
Muitas crianças vivem irritadas e azedas por causa da irritação e azedume dos pais. O ambiente, o meio influi no humor do indivíduo.
Muitas vezes, ao chegar à casa irritado, o “chefe da família” já chega calado – ou gritando - “pisando pesado” no chão, bravo, “relinchando” e soltando “coices”. Logo, a família sentirá o azedume no ar. Após alguns resmungos, as crianças ficam irritadas e inquietas, a esposa então começa a reclamar da vida, das crianças e até os cachorros ficam insuportáveis e mal-humorados.
O ambiente familiar se transforma num campo de concentração, gera-se um clima de “guerra fria”. A situação torna-se tensa, agressiva, degradante, doentia e infeliz. A causa de tanto mau humor – em muitos casos - é o estresse, por excesso de trabalho.
Algumas profissões provocam esgotamento mental e o estresse com mais freqüência. A alimentação também pode estimular ainda mais o problema. A má alimentação acelera o esgotamento físico e mental. Porém, alguns tipos de alimentos ajudam a reduzir a ansiedade, o esgotamento físico e mental, aliviando o estresse e contribuindo para elevar o bom humor. O lazer também é muito importante para evitar a fadiga.



(Volpone de Souza, Professores da Alegria,
Berto Editora, 2007)




domingo, 2 de agosto de 2009

Mau humor: um "problema social"

Não existe sucesso, felicidade, paz, amor ou “vida”, em ambientes carregados de ódio, tristeza, pensamentos negativos e mau humor. Ninguém agüenta!
Toda atividade torna-se estressante quando trabalhamos mal-humorados, irritados, azedos.
O mau humor é contagioso, propaga-se e afeta todas as pessoas direta ou indiretamente prejudicando a relação entre os indivíduos.
Um sujeito mal-humorado provoca situações desagradáveis, cria um clima muito pesado e tenso em seu ambiente de trabalho, tornando insuportável o relacionamento e a convivência entre os colegas.
O mau humor “toma conta do pedaço” e em pouco tempo todos estão mal-humorados, cansados, estressados, agressivos e prontos para brigar.
Basta uma palavra qualquer e pronto… É como jogar… no ventilador!
O mau humor prejudica e atrapalha qualquer relacionamento. No trabalho, no clube, na família, na igreja, na academia, na sala de aula, no trânsito, em todo lugar, o mau humor estraga qualquer reunião.
É incrível, mas é verdade. Uma pessoa mal-humorada contagia outras se estas não foram “vacinadas contra a raiva”.
O mau humor também provoca grosseria e descortesia. Estupidifica e embrutece o sujeito. Cega e bloqueia a inteligência humana. Afasta os amigos. Provoca mal-estar. Enfim, é prejudicial à saúde de quem sofre do mau humor e à saúde alheia.



(Volpone de Souza, Professores da Alegria,
Berto Editora, 2007)

quinta-feira, 23 de julho de 2009

Educação: chave para a mudança

A Educação é a chave para a mudança. Somente a Educação realizada com compromisso, responsabilidade, verdade, ética, amor e bom humor pode revolucionar a sociedade, portanto, o indivíduo. Somente uma Educação empenhada em praticar e ensinar com compromisso, responsabilidade, verdade, ética, amor e bom humor é capaz de transformar o indivíduo e formar cidadãos.
Para isso, faz-se necessário que a instituição chamada “EDUCAÇÃO” desempenhe sua verdadeira função social: formar CIDADÃOS CRÍTICOS, CONSCIENTES E LIVRES! De preferência BEM-HUMORADOS.
Enquanto isso não acontecer, continuaremos presenciando e vivenciando uma sociedade cada vez mais doentia, desestruturada, alienada, miserável, escravizada e “mal-humorada”. Uma instituição – no caso da rede pública de ensino - construída para formar sujeitos pensantes está apenas fazendo o jogo de uma minoria elitizada lançando na sociedade indivíduos robotizados e condicionados ao trabalho apenas. Esta é uma contradição. A escola – estabelecimento que desenvolve a educação - que formaria ou deveria formar indivíduos com pensamento autônomo, visando ao bem comum, “contenta-se” apenas com a informação e o adestramento de indivíduos cada vez mais individualizados e programados que visam apenas a interesses pessoais.

( Volpone de Souza, Professores da Alegria,
Berto Editora, 2007)

Papel da escola

A nossa sociedade é tão livre e permissiva e as pessoas têm tantas opções, que não podem tomar suas próprias decisões eficazmente. Elas querem que outras tomem a decisão e a seguirão.
O comodismo, a falta de idéias e sonhos, o individualismo, a pobreza, a fome, o desemprego, a submissão, a alienação e o não-pensar, transformam os indivíduos em súditos, que passam a ser escravos e logo se tornam “gado”.
Aquele que pensa é louco, porque questiona. Louco é aquele que pensa. É preciso interrogar a realidade, assim como interrogar-nos sobre a realidade. “A realidade é mais complexa do que imaginamos”.
Não podemos cair na besteira de não pensar, de não interrogar a realidade. Precisamos ser educadores cidadãos-protagonistas para formarmos educandos cidadãos-protagonistas. Temos de formar o sujeito. Aquele que não é objeto, que não é coisa, que não é súdito, que se relaciona com autonomia, que não se deixa manipular ingenuamente, que é protagonista de sua própria história. Que não se acomoda, mas que se incomoda com a injustiça e incomoda os malfeitores. Esse é o papel da escola: instruir, formar, provocar, instigar, incomodar, transformar, libertar o sujeito de sua própria ignorância política, econômica, social e cultural.


(Volpone de Souza, Professores da Alegria,
Berto Editora, 2007)

domingo, 12 de julho de 2009

Família na Escola

“As famílias devem ser encorajadas a representar um papel maior – não menor – na educação dos jovens. Os pais, dispostos a ensinar seus próprios filhos em casa devem ser ajudados pelas escolas, não considerados como anormais ou transgressores da lei. E os pais devem ter mais influência, não menos, nas escolas.”
A criança ao nascer não tem noção da diferença entre ela e o mundo externo, não tem o conhecimento de sua individualidade e por isso é centrada em si mesmo. Tudo que se passa ao seu redor é para ela, por ela e por causa dela.
Durante a evolução de sua relação com a mãe e com a família ou com quem desempenhe essa função, vai individualizando-se, adquirindo autonomia, criando então sua auto-imagem através do espelhamento.
Entendo por família o grupo de parentes, pessoas que possuem o mesmo “sangue” ou não e que vivem na mesma casa, particularmente pai, mãe e filhos. Atualmente, a responsabilidade pela educação da criança vai além da família, que muitas vezes não assume esse compromisso devidamente. Muitas crianças são “educadas”, ou seja, “criadas” pelos tios, avós, padrastos ou quem assume a responsabilidade pela tutela da mesma, até mesmo escolas onde as crianças ficam em período integral. Neste caso as crianças são criadas e educadas pelas escolas.

(Volpone de Souza, Professores da Alegria, Berto Editora, 2007)



Família na Escola

“As famílias devem ser encorajadas a representar um papel maior – não menor – na educação dos jovens. Os pais, dispostos a ensinar seus próprios filhos em casa devem ser ajudados pelas escolas, não considerados como anormais ou transgressores da lei. E os pais devem ter mais influência, não menos, nas escolas.”
A criança ao nascer não tem noção da diferença entre ela e o mundo externo, não tem o conhecimento de sua individualidade e por isso é centrada em si mesmo. Tudo que se passa ao seu redor é para ela, por ela e por causa dela.
Durante a evolução de sua relação com a mãe e com a família ou com quem desempenhe essa função, vai individualizando-se, adquirindo autonomia, criando então sua auto-imagem através do espelhamento.
Entendo por família o grupo de parentes, pessoas que possuem o mesmo “sangue” ou não e que vivem na mesma casa, particularmente pai, mãe e filhos. Atualmente, a responsabilidade pela educação da criança vai além da família, que muitas vezes não assume esse compromisso devidamente. Muitas crianças são “educadas”, ou seja, “criadas” pelos tios, avós, padrastos ou quem assume a responsabilidade pela tutela da mesma, até mesmo escolas onde as crianças ficam em período integral. Neste caso as crianças são criadas e educadas pelas escolas.

(Volpone de Souza, Professores da Alegria, Berto Editora, 2007)

domingo, 26 de abril de 2009

Piaget x Pinocht: a disciplina na classe

Esta é uma das queixas mais freqüentes dos educadores: DISCIPLINA dos alunos.
É por esse motivo que muitos professores se afastam da sala de aula tirando licença-médica alegando estarem estressados por causa da indisciplina dos alunos, e com razão.
Se tivermos que acabar com os problemas, e a sala de aula é o problema, então… “Boomm”!
Mas as coisas não funcionam assim, seria muito fácil isolar-se numa biblioteca, mosteiro ou numa montanha bem alta para refletir sobre a vida, sobre o mundo, sobre a educação. O difícil seria voltar para a sociedade, para a sala de aula, viver e conviver em grupo. Encarar as dificuldades profissionais e pessoais não é tarefa fácil. Enfrentar as divergências e contradições da sociedade e de uma sala de aula é uma empreitada que exige muita competência, tolerância e facilidade de adaptação e aceitação. Aceitar as limitações pessoais é libertar-se dos grilhões que alienam o indivíduo aos padrões preestabelecidos pela sociedade.
Não é fácil viver em grupo, é preciso habilidade, paciência, tolerância, flexibilidade, amor e muito bom humor.“Se não podemos vencê-los, juntemo-nos a eles”. Se o problema é comum entre pais, professores e sociedade, então devemos unir nossas “forças”, interesses e “energias” para resolvermos o “problema” juntos. Não adianta agir isoladamente. Em casa os pais sofrem com filhos “rebeldes”, desobedientes e sem-limites. Na escola os professores penam com alunos indisciplinados, sem-limites e muito ativos. Na sociedade os cidadãos reclamam de jovens que não respeitam regras, sinais de trânsito, que usam drogas e são barulhentos e violentos. O problema é comum a todos nós: pais, professores e cidadãos.


(Volpone de Souza, Professores da Alegria,
Berto Editora, 2007)


sexta-feira, 10 de abril de 2009

Relação Professor-Aluno

Não pretendo ensinar ao professor a arte de educar. Não existe fórmula ou receita de como se deve atuar em sala de aula. Muito menos regras autoritárias impostas pelo despotismo pedagógico de quem nunca pisou numa sala de aula. Existe ética e bom senso quanto à postura do professor em seu ofício de mestre.
Trata-se de uma reflexão sobre o papel do professor, seu objetivo e sua relação com os alunos no dia-a-dia da sala de aula e fora dela.
O processo ensino-aprendizagem exige do educador um envolvimento com o educando de forma que o ato de ensinar e o ato de aprender tenham em vista a produção – não só a reprodução - transmissão e a assimilação de conhecimentos para alcançar a plenitude do processo. Trata-se do compromisso e da responsabilidade do educador em proporcionar a oportunidade para que o educando por vontade própria se comprometa com a assimilação do conhecimento proposto. Neste caso, não importa a quantidade, mas a qualidade. Não adianta a transmissão de conhecimentos – informações – se não forem assimilados pelos educandos – receptores. É preferível que o professor transmita menos “informações” e certifique-se que o educando assimilou-as, entendeu o objetivo do processo de sua aprendizagem.
O professor deve servir de exemplo, sem preocupar-se com excesso de perfeição. Professor não é “super-herói”.



(Volpone de Souza, Professores da Alegria,

Berto Editora, 2007)



sábado, 28 de março de 2009

Professor: artista da Educação

Um profissional que promove o desenvolvimento da capacidade intelectual, moral, espiritual e física de alguém, profissional com formação específica, habilitado para ministrar “educação” em instituição pública ou particular, capaz de transformar a sociedade e o mundo, com suas atitudes e exemplos, responsável pela formação e transformação de indivíduos em cidadãos-protagonistas, é sem sombra de dúvida o PROFESSOR.
O professor é o artista da educação. Utiliza-se da arte, de “sua arte”, a fim de atrair, conquistar, iludir, seduzir e libertar seu discípulo, pois “A ARTE E A EDUCAÇÃO LIBERTAM”!
Sua arte é singular. Sua habilidade, dedicação, fé, ternura e sensibilidade constroem esta obra de arte de valor incalculável chamada EDUCAÇÃO.
É o artesão que depois dos pais, molda, modela e lapida a personalidade, a índole, o caráter, a ética e o humor de cada sujeito, visando o bem comum. É quem faz a alegria na sala de aula, mesmo quando está triste, tornando cada aula mais atraente, saborosa e significativa. Transformando a sala de aula num ambiente mágico, único e especial.
Porém, nem sempre é possível estabelecer um relacionamento harmonioso, pacífico e agradável. Muitas vezes as diferenças existentes geram conflitos e situações constrangedoras. Isso tudo é fruto da evolução da sociedade, da mudança de valores, dos conflitos de gerações e dos padrões de vida da humanidade.
Este mago, capaz de hipnotizar platéias e controlar mentes, tem o poder em suas mãos. Basta um piscar de olhos ou um estalar de dedos para que tudo se transforme.
Bruxo, feiticeiro ou mago. Nada disso ou tudo isso. É simplesmente um professor. Seu poder está nas palavras, vem das profundezas de seu interior, da pureza da alma, da fé na Educação, de sua maneira de ser e estar.
É o profeta que prevê o futuro e guia seu “povo” para longe do cativeiro a caminho da “terra prometida”, em busca de paz, esperança, liberdade e melhores condições de vida.
Operário em construção da mais nobre obra: a EDUCAÇÃO. Incansável em sua tarefa diária e eterna. Otimista e esperançoso, pois sonha acordado com a construção da “escola dos nossos sonhos” e de uma sociedade melhor, através da educação.
No palco da vida, é o artista mais completo. No picadeiro da educação é palhaço e apresentador, proporcionando alegria ao público, que na maioria das vezes não ri da piada, não aplaude o espetáculo e vai embora sem entender e sem reconhecer o trabalho do artista popular.
Na corda bamba equilibra-se com seu salário, saltando de sala em sala no trapézio do magistério, demonstrando reflexo, agilidade e habilidade com acrobacias pedagógicas ousadas e exuberantes e malabarismos educacionais rápidos e precisos.
Para encantar o público com “truques” e “ilusões”, o professor sempre tem uma carta na manga ou um coelho em sua cartola.
Desconhecido e anônimo, o professor chora sem que ninguém perceba suas lágrimas intelectualizadas e incompreendidas.
Valente guerreiro, nunca desiste. Arregaça as mangas. Levanta a guarda. Desembainha a caneta. Respira fundo e vai à luta na batalha contra os vilões da educação: analfabetismo, ignorância, malformação profissional, preconceito, intolerância, corrupção, mesquinharia, mediocridade, hipocrisia, mentiras, demagogia, descaso, autoritarismo, politicagem, centralização do poder, má distribuição de renda, desigualdade social, salário baixo e defasado. Ufa! A lista é enorme. Mas o destemido professor está novamente em pé para combater os inimigos e superar as dificuldades da educação.
O professor é o profissional que, depois de longos anos de magistério, ao encontrar um ex-aluno e eterno discípulo, recebe um abraço caloroso de agradecimento por toda sua dedicação. É como um bom vinho, “quanto mais velho melhor”, fica mais saboroso.
Dizem que os professores não “reencarnam”! Vivem a vida terrena e mortal uma única vez. Quando morrem vão direto para o “paraíso”, lecionar para outros “anjos”.
Morre o mestre, fica o mito, perpetuado por sua obra.
Assim, o professor torna-se eterno.
Pelo mérito de missão tão nobre.
Que assim seja!


(Volpone de Souza, Professores da Alegria,
Berto Editora, 2007)

domingo, 15 de fevereiro de 2009

Professores da Alegria

Professor - palavra de origem latina - é aquele que professa ou ensina uma ciência, uma arte, uma técnica, uma disciplina. É o mestre.
Os primeiros e principais educadores na vida das crianças são os pais. São os primeiros e mais importantes professores da alegria. Educação é exemplo e vem de “berço”. Conforme cresce e aprende, o sujeito torna-se “livre” e padronizado pela educação recebida ao longo de sua vida.
Todo sujeito ensina alguma coisa a outro, direta ou indiretamente, querendo ou não. Todo ser humano é capaz de ensinar e aprender. Basta conversar com alguém, “trocar idéias”, falar e ouvir. Cada sujeito é um professor em potencial e ao mesmo tempo eterno aprendiz. Ninguém ignora tudo. “Ninguém sabe tudo. Todos nós sabemos alguma coisa. Por isso aprendemos sempre.” Todos somos capazes de ensinar e aprender simultânea e reciprocamente, basta conviver, relacionar-se.
O processo ensino-aprendizagem é dinâmico, surpreendente, enriquecedor, infinito, eterno, vital, rejuvenescedor, inovador, transformador, criador e libertador.

(Volpone de Souza, Professores da Alegria,
Berto Editora, 2007.)

Professor ideal e professor real

Não existe professor ideal,
assim como
não existe
aluno ideal.
(Volpone de Souza, Professores da Alegria,
Berto Editora, 2007.)

quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

Oração do Humor

Hoje, inicio mais um dia feliz,
Maravilhoso, alegre,
Divertido e bem-humorado.
Neste dia nada me afetará.
Tristeza, raiva, ódio ou mau humor,
Tentarão me dominar,
Mas não me atingirão.
Mesmo que as tentações do mau humor me persigam, resistirei
E vencerei as forças malignas
E devastadoras do azedume do mau humor.
A energia positiva do bom humor
Transborda em meu ser, tornando-me mais forte,
Confiante, alegre, feliz e bem-humorado.
Pérfidas línguas,
Execráveis e perniciosas,
Falarão, mas não ouvirei.
Homens e mulheres
Sedentos de maldade me cercarão
E tentarão me arrastar para o abismo do
Mau humor.
Inveja, ciúme e vaidade me assediarão
E tentarão me iludir
Atraindo-me para o fracasso.
As forças do BEM, da ALEGRIA e do AMOR
Irão me conduzir para o SUCESSO.
O BOM HUMOR estará sempre em mim,
Fortalecendo-me contra o mau humor.
O bom senso e a sabedoria universal
Vão me ensinar a respeitar e compreender
Aqueles que, possuídos pelo mau humor,

Num ímpeto de instante me ofenderam.
Que a graça do humor caia sobre mim
E preencha meu espírito de alegria,
Fé e esperança.
Que cada obstáculo sirva de trampolim
Para saltar rumo à felicidade.
Que cada pedra em meu caminho
Seja um degrau conduzindo-me ao sucesso.
Que a prosperidade e a felicidade
Sejam minhas companheiras
E o bom humor minha estrela guia.
Que a energia do BEM e do BOM HUMOR
Me fortaleçam contra as forças do mal.
Que minha consciência me guie
Sempre no caminho do bom combate
Para que possa superar o preconceito
E vencer as injustiças sociais.
Que amanhã seja melhor do que ontem.
E hoje seja o melhor dia de minha vida.
Amém.

(Volpone de Souza, Professores da Alegria,

Berto Editora, 2007)