Um profissional que promove o desenvolvimento da capacidade intelectual, moral, espiritual e física de alguém, profissional com formação específica, habilitado para ministrar “educação” em instituição pública ou particular, capaz de transformar a sociedade e o mundo, com suas atitudes e exemplos, responsável pela formação e transformação de indivíduos em cidadãos-protagonistas, é sem sombra de dúvida o PROFESSOR.
O professor é o artista da educação. Utiliza-se da arte, de “sua arte”, a fim de atrair, conquistar, iludir, seduzir e libertar seu discípulo, pois “A ARTE E A EDUCAÇÃO LIBERTAM”!
Sua arte é singular. Sua habilidade, dedicação, fé, ternura e sensibilidade constroem esta obra de arte de valor incalculável chamada EDUCAÇÃO.
É o artesão que depois dos pais, molda, modela e lapida a personalidade, a índole, o caráter, a ética e o humor de cada sujeito, visando o bem comum. É quem faz a alegria na sala de aula, mesmo quando está triste, tornando cada aula mais atraente, saborosa e significativa. Transformando a sala de aula num ambiente mágico, único e especial.
Porém, nem sempre é possível estabelecer um relacionamento harmonioso, pacífico e agradável. Muitas vezes as diferenças existentes geram conflitos e situações constrangedoras. Isso tudo é fruto da evolução da sociedade, da mudança de valores, dos conflitos de gerações e dos padrões de vida da humanidade.
Este mago, capaz de hipnotizar platéias e controlar mentes, tem o poder em suas mãos. Basta um piscar de olhos ou um estalar de dedos para que tudo se transforme.
Bruxo, feiticeiro ou mago. Nada disso ou tudo isso. É simplesmente um professor. Seu poder está nas palavras, vem das profundezas de seu interior, da pureza da alma, da fé na Educação, de sua maneira de ser e estar.
É o profeta que prevê o futuro e guia seu “povo” para longe do cativeiro a caminho da “terra prometida”, em busca de paz, esperança, liberdade e melhores condições de vida.
Operário em construção da mais nobre obra: a EDUCAÇÃO. Incansável em sua tarefa diária e eterna. Otimista e esperançoso, pois sonha acordado com a construção da “escola dos nossos sonhos” e de uma sociedade melhor, através da educação.
No palco da vida, é o artista mais completo. No picadeiro da educação é palhaço e apresentador, proporcionando alegria ao público, que na maioria das vezes não ri da piada, não aplaude o espetáculo e vai embora sem entender e sem reconhecer o trabalho do artista popular.
Na corda bamba equilibra-se com seu salário, saltando de sala em sala no trapézio do magistério, demonstrando reflexo, agilidade e habilidade com acrobacias pedagógicas ousadas e exuberantes e malabarismos educacionais rápidos e precisos.
Para encantar o público com “truques” e “ilusões”, o professor sempre tem uma carta na manga ou um coelho em sua cartola.
Desconhecido e anônimo, o professor chora sem que ninguém perceba suas lágrimas intelectualizadas e incompreendidas.
Valente guerreiro, nunca desiste. Arregaça as mangas. Levanta a guarda. Desembainha a caneta. Respira fundo e vai à luta na batalha contra os vilões da educação: analfabetismo, ignorância, malformação profissional, preconceito, intolerância, corrupção, mesquinharia, mediocridade, hipocrisia, mentiras, demagogia, descaso, autoritarismo, politicagem, centralização do poder, má distribuição de renda, desigualdade social, salário baixo e defasado. Ufa! A lista é enorme. Mas o destemido professor está novamente em pé para combater os inimigos e superar as dificuldades da educação.
O professor é o profissional que, depois de longos anos de magistério, ao encontrar um ex-aluno e eterno discípulo, recebe um abraço caloroso de agradecimento por toda sua dedicação. É como um bom vinho, “quanto mais velho melhor”, fica mais saboroso.
Dizem que os professores não “reencarnam”! Vivem a vida terrena e mortal uma única vez. Quando morrem vão direto para o “paraíso”, lecionar para outros “anjos”.
Morre o mestre, fica o mito, perpetuado por sua obra.
Assim, o professor torna-se eterno.
Pelo mérito de missão tão nobre.
Que assim seja!
O professor é o artista da educação. Utiliza-se da arte, de “sua arte”, a fim de atrair, conquistar, iludir, seduzir e libertar seu discípulo, pois “A ARTE E A EDUCAÇÃO LIBERTAM”!
Sua arte é singular. Sua habilidade, dedicação, fé, ternura e sensibilidade constroem esta obra de arte de valor incalculável chamada EDUCAÇÃO.
É o artesão que depois dos pais, molda, modela e lapida a personalidade, a índole, o caráter, a ética e o humor de cada sujeito, visando o bem comum. É quem faz a alegria na sala de aula, mesmo quando está triste, tornando cada aula mais atraente, saborosa e significativa. Transformando a sala de aula num ambiente mágico, único e especial.
Porém, nem sempre é possível estabelecer um relacionamento harmonioso, pacífico e agradável. Muitas vezes as diferenças existentes geram conflitos e situações constrangedoras. Isso tudo é fruto da evolução da sociedade, da mudança de valores, dos conflitos de gerações e dos padrões de vida da humanidade.
Este mago, capaz de hipnotizar platéias e controlar mentes, tem o poder em suas mãos. Basta um piscar de olhos ou um estalar de dedos para que tudo se transforme.
Bruxo, feiticeiro ou mago. Nada disso ou tudo isso. É simplesmente um professor. Seu poder está nas palavras, vem das profundezas de seu interior, da pureza da alma, da fé na Educação, de sua maneira de ser e estar.
É o profeta que prevê o futuro e guia seu “povo” para longe do cativeiro a caminho da “terra prometida”, em busca de paz, esperança, liberdade e melhores condições de vida.
Operário em construção da mais nobre obra: a EDUCAÇÃO. Incansável em sua tarefa diária e eterna. Otimista e esperançoso, pois sonha acordado com a construção da “escola dos nossos sonhos” e de uma sociedade melhor, através da educação.
No palco da vida, é o artista mais completo. No picadeiro da educação é palhaço e apresentador, proporcionando alegria ao público, que na maioria das vezes não ri da piada, não aplaude o espetáculo e vai embora sem entender e sem reconhecer o trabalho do artista popular.
Na corda bamba equilibra-se com seu salário, saltando de sala em sala no trapézio do magistério, demonstrando reflexo, agilidade e habilidade com acrobacias pedagógicas ousadas e exuberantes e malabarismos educacionais rápidos e precisos.
Para encantar o público com “truques” e “ilusões”, o professor sempre tem uma carta na manga ou um coelho em sua cartola.
Desconhecido e anônimo, o professor chora sem que ninguém perceba suas lágrimas intelectualizadas e incompreendidas.
Valente guerreiro, nunca desiste. Arregaça as mangas. Levanta a guarda. Desembainha a caneta. Respira fundo e vai à luta na batalha contra os vilões da educação: analfabetismo, ignorância, malformação profissional, preconceito, intolerância, corrupção, mesquinharia, mediocridade, hipocrisia, mentiras, demagogia, descaso, autoritarismo, politicagem, centralização do poder, má distribuição de renda, desigualdade social, salário baixo e defasado. Ufa! A lista é enorme. Mas o destemido professor está novamente em pé para combater os inimigos e superar as dificuldades da educação.
O professor é o profissional que, depois de longos anos de magistério, ao encontrar um ex-aluno e eterno discípulo, recebe um abraço caloroso de agradecimento por toda sua dedicação. É como um bom vinho, “quanto mais velho melhor”, fica mais saboroso.
Dizem que os professores não “reencarnam”! Vivem a vida terrena e mortal uma única vez. Quando morrem vão direto para o “paraíso”, lecionar para outros “anjos”.
Morre o mestre, fica o mito, perpetuado por sua obra.
Assim, o professor torna-se eterno.
Pelo mérito de missão tão nobre.
Que assim seja!
(Volpone de Souza, Professores da Alegria,

