Não pretendo ensinar ao professor a arte de educar. Não existe fórmula ou receita de como se deve atuar em sala de aula. Muito menos regras autoritárias impostas pelo despotismo pedagógico de quem nunca pisou numa sala de aula. Existe ética e bom senso quanto à postura do professor em seu ofício de mestre.
Trata-se de uma reflexão sobre o papel do professor, seu objetivo e sua relação com os alunos no dia-a-dia da sala de aula e fora dela.
O processo ensino-aprendizagem exige do educador um envolvimento com o educando de forma que o ato de ensinar e o ato de aprender tenham em vista a produção – não só a reprodução - transmissão e a assimilação de conhecimentos para alcançar a plenitude do processo. Trata-se do compromisso e da responsabilidade do educador em proporcionar a oportunidade para que o educando por vontade própria se comprometa com a assimilação do conhecimento proposto. Neste caso, não importa a quantidade, mas a qualidade. Não adianta a transmissão de conhecimentos – informações – se não forem assimilados pelos educandos – receptores. É preferível que o professor transmita menos “informações” e certifique-se que o educando assimilou-as, entendeu o objetivo do processo de sua aprendizagem.
O professor deve servir de exemplo, sem preocupar-se com excesso de perfeição. Professor não é “super-herói”.
Trata-se de uma reflexão sobre o papel do professor, seu objetivo e sua relação com os alunos no dia-a-dia da sala de aula e fora dela.
O processo ensino-aprendizagem exige do educador um envolvimento com o educando de forma que o ato de ensinar e o ato de aprender tenham em vista a produção – não só a reprodução - transmissão e a assimilação de conhecimentos para alcançar a plenitude do processo. Trata-se do compromisso e da responsabilidade do educador em proporcionar a oportunidade para que o educando por vontade própria se comprometa com a assimilação do conhecimento proposto. Neste caso, não importa a quantidade, mas a qualidade. Não adianta a transmissão de conhecimentos – informações – se não forem assimilados pelos educandos – receptores. É preferível que o professor transmita menos “informações” e certifique-se que o educando assimilou-as, entendeu o objetivo do processo de sua aprendizagem.
O professor deve servir de exemplo, sem preocupar-se com excesso de perfeição. Professor não é “super-herói”.
(Volpone de Souza, Professores da Alegria,
Berto Editora, 2007)


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