Para saber se você está bem e de bom humor, faça um teste: Procure aquelas pessoas que considera insuportáveis, “chatas”, antipáticas, desagradáveis, “indigestas”. Alguém que você não tolera. Ouça-as. Se você não se irritar é porque está bem. Como diria o mestre Mahatma Ghandi, é preciso ser inofendível.
Quando não estamos bem, qualquer coisa nos incomoda, até a voz da esposa ou do marido. Ofendemos-nos com pouca coisa. Um simples bom-dia de um estranho é o suficiente para aumentar o mau humor. Basta ver alguém que não simpatizamos para mudarmos de humor.
É comum o mau humor manifestar-se na família, entre casais – principalmente entre marido e mulher - e até no trabalho. Frequentemente na escola na relação professor-aluno e em casa na relação pais e filhos e entre os cônjuges.
O problema não é o outro. Nós é que temos determinado problema e culpamos o outro. “Se você mudar, o mundo muda com você” .
Não é fácil admitir que estamos irritados e mal-humorados. É mais cômodo culpar alguém por nosso azedume. A verdade dói. Mas o mau humor fere muito mais e as feridas demoram a cicatrizar, quando cicatrizam.
(Volpone de Souza, Professores da Alegria,
Berto Editora, 2007)
sábado, 6 de fevereiro de 2010
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